Pensamentos, Existencialismo, Trágico, Absurdo, Música, etc.
Filme e livro: O Caçador de Pipas – Resenha crítica
13jul2008 Categoria(s): Filmes Autor: adv
O Caçador de Pipas é um romance escrito pelo afegão Khaled Rosseini que atualmente mora nos EUA – é bom que se diga isso. O livro virou best-seller, com milhões de cópias vendidas pelo mundo inteiro, fora os downloads do livro e filme que são muitos pela internet.
Confesso que nunca li o livro; primeiro porque todo mundo gosta, o que me assusta! Não acredito que livros que “libertam” sirvam para uma ampla maioria das pessoas, pelo contrário, a maioria prefere a literatura do pastiche. Segundo, porque minha preferência por leitura é bem distante de romances, aventuras e outras leituras mais de “entretenimento” – o que não significa nenhum desmerecimento dessas obras, pelo contrário, a história dos homens passa também pela história da literatura e da poesia.
Mas quem nunca foi abordado por alguém que perguntou se você já leu o romance de Khaled? E o pior, diante da resposta negativa, um espanto te retruca: “Você não leu?! Não sabe o que está perdendo!” – Até mesmo os que não têm hábito de ler já leram, talvez esses compõem o público maior dos best-sellers.
Com o lançamento do filme a situação ganhou um caráter duplo. Escreveram nas estrelas que todos deviam ter lido ou pelo menos assistido “O caçador de pipas”; quem não se encaixa nesse perfil poderia ficar de fora do bonde da globalização que parte em alta velocidade.
De alguma forma senti a necessidade de pelo menos conhecer a sinopse do romance para poder instigar os fãs de Khaled com argumentos mais consistentes. – Acabei assistindo o filme que me caiu de bandeja no formato RMVB para download.
Como conseqüência, sinto que estou em débito por cerca de 2 horas de minha vida – perdidas, assistindo um filme que do meu ponto de vista é no mínimo ingênuo.
Amir, o garoto rico e mimado; e Hassan, o garoto pobre que mesmo diante das dificuldades ainda sonhava, são os dois personagens centrais. O “ponto orgástico” do filme, onde irá arrebatar os espectadores para o reino das idealizações, é quando a amizade entre os dois é colocada em xeque.
Hassan, diante de um grupo de garotos de etnia “inimiga” da sua, resiste em dar uma pipa que havia capturado e prometido levá-la ao amigo Amir, resultando em uma cena de estupro que é presenciada de longe por Amir. Diante da situação Amir foge da realidade, imaginando que nada havia acontecido, no entanto, é condenado aos tormentos do sentimento de culpa islâmico – não muito diferente do judaico-cristão – pelo resto da vida.
A partir daí muitos espectadores se sentem indignados com Amir que não fez nada para defender o amigo. – Talvez precisamos questioná-los sobre qual o comportamento que eles esperam de uma criança que presencia uma cena de estupro.
Mas a principal ingenuidade do filme é a tentativa frustrante de fazer dramatização onde não há. – Além das fantasias de Khaled, alguém, por mais que tenha uma relação “ritualística” com uma pipa, estaria disposto a não perdê-la mesmo diante de uma iminente violência?
Outra ingenuidade marcante no filme, embora eu não possa dizer se o mesmo ocorre no livro, é a tentativa de mostrar a cultura afegã com veracidade, mas evidentemente a mesma é enquadrada nos moldes ocidentais. O pai de Amir bebe uísque, anda de Mustang, ouve músicas em inglês e desfruta de outras “regalias” do mundo ocidental. – No entanto, isso pode ter sido a velha e tradicional chantagem capitalista diante do “comunismo” russo que batia às portas do oriente.
Sei que muitos irão dizer que o filme é bem discrepante mas que o livro mantém a coerência. Certamente que o livro deve ter suas diferenças, no entanto, acho bem improvável que um fale sobre “cogumelos” e o outro sobre “amizade”.
Termino ressaltando que minha crítica é mais para o público do que o autor Khaled Rosseini. Talvez o autor tivesse a intenção de produzir apenas um romance, fazendo valer da criativa expressão que é livre para caminhar despreocupada entre os reinos das fantasias, dos sonhos e daquilo que chamamos de realidade. No entanto, serve para mostrar o quanto as pessoas ainda pensam nos moldes platônicos e cristãos, na medida em que colocam a relação de amizade idealizada no filme enquanto um “bem-maior” que, se não preservado, o terrível peso do sentimento de culpa se encarregará de fazer justiça!
Kátia Leite
julho 13th, 2008 at 14:21
Eu adorei o livro, embora também concordo que é só um romance fantasioso, legal o blog :)
Aline Oliveira
julho 13th, 2008 at 14:57
é´´eééée´, eu tb concordo :P
Felipe
agosto 1st, 2008 at 10:38
Você chegou a 2h de filme? Eu parei com meia hora… Não agüentava mais. Li o livro (passei um mês inteiro trabalhando em outro estado, sem voltar pra casa), e achei nada além de razoável, com um final muito sem graça.
Gostei da sua opinião sobre o mesmo, concordo com o que escreveu aqui.
adv
agosto 1st, 2008 at 12:47
@Felipe: eram 5h00 da manhã, sem sono e acompanhado de mta preguiça, deu nisso, deixei o filme correr; do contrário eu costumo ficar perto do teclado e ficar com o dedo na setinha para ir avançando; essa técnica é mto boa, da para assistir filmes de 2h em 30min ;)
Nathalya
agosto 4th, 2008 at 2:44
Ainda nao vi o filme, mas estou lendo o livro e gostaria de fazer um comentario.
Em primeiro lugar, se você não leu o livro, o titulo não deveria ser “Filme e livro”. Entendo que você faça uma critica à enorme anteção dada ao livro e discordo plenamente no ponto em que “so porque todos lêem, quer dizer que não é bom”. Concordo que o livro virou um best-seller por tratar de um assunto en voga no mundo todo, mas ha muito mais nele do que apenas isso. Estou lendo o livro em inglês e não sei como foi traduzido. O estilo é interessante e as imagens poéticas. Sempre me decepciono com versões telão de livros de que gosto muito, mas pretendo assistir porque prefiro ter minha propria opinião. De qualquer maneira, obrigada pela dica sobre o filme. Apenas dois comentarios: 1 – Supondo que no livro a cena é tratada desta maneira (diferente do livro) gostaria de dizer que não ha “sentimento de culpa islâmico”. Em primeiro lugar, o que é sentimento de culpa islâmico? O personagem não tem crenças religiosas, o que aprendeu com seu pai. O sentimento de culpa é o sentimento ao qual qualquer ser humano seria entregue ao presenciar um crime, ainda mais um crime cometido contra alguém que ama. O que me surpreende no livro é como o autor, apesar de mostrar o mundo cultural afegão (e seus problemas religiosos e de etnia), deixa prevalecer o sentimento humano maior do que a cultura. No afeganistão ou no Brasil, pessoas são pessoas. 2 – Totalmente de acordo com a maneira como o publico julga os acontecimentos. O livro é um romance, sim, mas baseado em fatos reais e inspirado por pessoas reais. Além de ser bem escrito o livro contém alegorias. Como a amizade e a decisão de ignorar o que aconteceu com seu amigo (não pela pipa, mas pela admiração e respeito que receberia do pai se voltasse com ela) e de como isso representa a passividade com a qual muitos paises assitiram à destruição e o exterminio no Afeganistão sem nada fazer. Muitas coisas passam desapercebidas pela maioria do publico que decide ler porque todos estão lendo (o que considero a mesma ignorância de pessoas que não lêem apenas porque todos o fazem). O caçador de pipas nada tem a ver com Codigo da Vinci ou Harry Potter. Recomendo o livro.
Apos ver o filme, deixarei meu comentario. Sem muitas expectativas desde agora. Mas estarei segura de que não vou perder nenhuma hora da minha vida: mesmo que seja de desagrado, ao menos terei uma opnião critica.
adv
agosto 4th, 2008 at 6:46
@Nathalya: Olá Natália, entendo por sentimento de culpa algo que remonta, sobretudo, com o pensamento socrático-platônico; mas que já existia e muito bem usado pelo judaismo; como o islamismo surgiu das discidencias do judaismo, assim como o cristianismo, usei o termo “sentimento de culpa islâmico” pelo fato do islamismo ser predominante no Afeganistão, independente do personagem ser ou não religioso. Trazendo a situação para o ocidente, não precisa ser cristão para experimentar a “violência” com que o sentimento de culpa costuma estar presente na vida das pessoas. Discordo da opinião de que o sentimento de culpa é universal e basta estar diante de um crime para ser experienciado, o que dá idéia de que seja algo “inato” e não aprendido com a moral presente nas culturas. No caso do romance, entendo que o personagem Amir, desde o começo, já com os problemas com o pai, estava fortemente sob o jugo do sentimento de culpa; a situação fica bem visível qdo o mesmo sai dos EUA para tentar se conciliar com o sentimento de culpa, sob o pretexto de “reconciliar com o amigo”. De qualquer forma, eu não espero que a sua visão sobre o filme seja a mesma que a minha, e espero também que o mesmo seja válido para você =)
Paulo
agosto 15th, 2008 at 16:45
Seu comentário é muito infeliz. Poderia até ser válido se tivesse lido o livro. Não comente um livro sem que o leia. Se vc perdeu 2 horas de sua vida assistindo o filme, acabou perdendo mais algum tempo “irrecuperável” comentando um livro que não leu. Quando alguém se propõe a comentar livros tem que seguir alguns preceitos. O primeiro deles é: ler.
Se quiser comentar o filme, fique a vontade, afinal vc o assistiu.
Até breve!
adv
agosto 15th, 2008 at 17:24
@Paulo: acho que você precisa reler o artigo, uma vez que ele fala do filme e não do livro.
albedecária soares
agosto 25th, 2008 at 9:34
esse filme poderia ser mais claro nas palavras nas etinias de acordo com os povos relacionados
no mas eu adorei!
Adriana
agosto 26th, 2008 at 15:44
Boa noite à todos.
Suponho que leitura, seja algo que façamos por prazer.
Algo particular. Cada interloculor tem suas particularidades, asim como cada telespectador levanta as suas hipóteses e infere ao texto escrito ou falado o sentido que lhes for percebido.
Passei por este site por um acaso.
Me deparei com esses comentários sobre o Caçador de pipas, que li há aproximadamente 5 meses, e pude assistir ao filme somente ontem.
Gostaria de deixar um recado à todos vocês, expondo respeitosamente meu ponto de vista, com uma visão de fora.
Não importa como e onde a história se passa.
Não importa se há ou não coerência entre o texto falado e o texto escrito.
Acredito que ninguém aqui, esteja querendo teorizar sobre o psicológico, sobre o espaço ou sobre a cronologia dos personagens durante a narrativa.
Porque a essência é uma só.
A essência está exclusivamente no que se vê/lê, na sensibilidade do leitor, na simplicidade do telespectador.
A essência está no encantamento pelo todo.
No encantamento pelas histórias cantadas, contadas, lidas, faladas.
Bom, é este o meu recado.
Até mais.
Ana
setembro 2nd, 2008 at 17:52
Há algo no livro que não ultrapassa as suas páginas, só quem realmente leu, sabe do que falo. Quanto ao filme, digo que ele é muito distante do livro no que se refere a sentimento humano, é realmente superficial, e, por mais que tenha retratado os acontecimentos do livro, não conseguiu tocar aquilo que nos é caro, nosso ego humano. Quando nos indignamos no livro, não o fazemos com a personagem, se não por nós mesmos. As confissões de Amir se tornam as nossas, e nos faz refletir sobre como somos imperfeitos e egoístas. Se possível leia e saberás do que falo.
Um abraço.
Ana
lívia
setembro 29th, 2008 at 15:33
Tenho um recado para quem escreveu a crítica:
será que pessoas normais e com níveis normais de cultura não são capazes de ter sentimentos da mesma forma que os super intelectuais como vc???
e se vc nao percebeu, o livro é uma ficcão e ficcões costumam fugir um pouco da realidade….
se achou a história mal feita escreva uma melhor….
mas primeiro leia este pra nao cometer os msm erros q vc tanto criticou okk
leandro
outubro 8th, 2008 at 12:47
estou aqui para parabenizar o autor
pois esse foi o primeiro filme
em que aprendi a confiar em mim mesmo
diante de amigos que só querem o meu mal
parabens e continua escrevendo essas hisória
que pareçe ser realidade
e cuanto suas criticas acho que nao sao o suficiente
para que sabemos a sinopse do verdadeiro livro
parabens……………………………………….
te desejo MAIS SuCeSsO PARABENS
VOCES MERECE……………………………………..
junior
outubro 30th, 2008 at 3:23
Eu ja vi muitas criticas idiota…..mas críticas idiotas de quem sequer leu o livro foi a primeira vez…..eu tbm não gosto da obra…mas pelo menos eu li!
Marcelle
novembro 4th, 2008 at 9:35
Sei que não é fácil criticar. Sempre encontraremos pessoas que compactuam da nossa opinião e pessoas que de nenhuma forma nos darão razão. Eu li o livro logo no seu lançamento, me surpreendi muito, gostei da narrativa envolvendo pais e filhos, seres humanos e deuses, homens e suas pátrias, como diz a própria sinopse. A amizade e a traição é o ponto crucial para despertar diversos sentimentos.
Quando assisti o filme já conhecia a história, desejava ver aquilo tudo em imagens.
Gostei, o filme arranca lágrimas. Um tanto dramático demais, mas bom, longe dos detalhes que as páginas do livro dispõem.
Quanto ao seu texto, não gostei mesmo foi da parte na qual você em que você diz que a crítica é para o público! “Seria meio que Nelson Rodrigues…Toda unanimidade é burra?”
Não é assustador muitas pessoas gostarem, é sucesso.
Concordo em partes com a literatura de pastiche, também gosto. desde que haja competência para reproduzir, como no caso do caçador de pipas.
Bom trabalho!
Silvana
novembro 4th, 2008 at 14:24
Em primeiro lugar isso está longe de ser uma resenha… é uma crítica, uma crônica…. mas não uma resenha, segundo tu não podes escrever sobre algo que não leu… é meio duvidoso!
MARIANA
novembro 10th, 2008 at 9:59
Em primeiro lugar, concordo que, para que se faça uma crítica a qualquer coisa, é necessário primeiramente conhecê-la. Em segundo lugar, um texto não é algo que se limite às páginas de um livro. É preciso considerar a interação entre autor/leitor e contexto. Creio que não houve esta interação no seu caso, pois posso perceber que você está fazendo apenas uma crítica (descontextualizada e de algo que não conhece). Antes de se propor a criticar outro trabalho de quem quer que seja, tente entender que as intenções do autor podem não ser tão mínimas e simplistas como as suas. Pode haver muito mais em um texto do que o que está explícito. Espero que compreenda isto e consiga ir além de seu pequeno universo interpretativo da próxima vez. Boa sorte.
Nijmi
novembro 10th, 2008 at 11:49
Boa Tarde a todos
1º li o livro em uma semana, e simplismente AMEI, sou descendente de Arabes e morei por 7 anos na região do orinete médio, na epoca da guerra, e senti que estava dentro do livro, logo em seguida, ja com os olhos cheios de lagrimas assisti ao filme, que é bem mais leve, suave, mas é bom tambem..obvio que o livro é bem mais intenso.
2º Lamentavel ver pessoas que julgam “cultura”ou q ate levam para o lado pessoal, de alguma forma por não ter compreendido o filme e por ai Vai..enfim, fazer o que.
Boa Sorte aos leitores deste Livro no meu ver LINDO!!!
e um bom Balde de Pipocas para quem pretende ver o filme!!
Vale a Pena
“por vc faria mil vezes…”
wiliam rodrigo
novembro 13th, 2008 at 6:16
eu vi o filme mas não entendi eu queria um rusumo mostrando as pastes prinsipaisn do filme
luci
novembro 13th, 2008 at 17:11
é realmente o caçador de pipas tem uma grande lição de vida para nos dar,e o modo como é escrito faz qualquer rever sua realidade e assim tentar mudar//
luci
novembro 13th, 2008 at 17:12
é realmente o caçador de pipas tem uma grande lição de vida para nos dar,e o modo como é escrito faz qualquer pessoa rever sua realidade e assim tentar mudar//
Fabiana
novembro 25th, 2008 at 5:19
Nossa Nathalya!! Parabéns!! Concordo contigo. Nem vou falar nada, você já falou tudo. Realmente, existem pessoas ignorantes. Bjs
Flávia
janeiro 4th, 2009 at 12:05
Olá
Já li o livro faz um tempinho e assisti o filme dias atrás.
Discordo de você ao dizer que é ingênuo considerar que uma pessoa não largaria aquela pipa ao se ver na iminência de ser violentado. Acontece que na região deles, a pipa final do Torneio Anual é praticamente uma relíquia de muitíssimo valor, tanto é que foi emoldurada pelo pai de Amir. A amizade entre os dois era fortíssima, coisa que não deu pra ser demonstrada no filme devido à escassez do tempo. Além disso, Hassan era um menino super ousado e corajoso. Enfim, ele estava realmente com o intuito de entregar a pipa ao seu grande amigo de qualquer maneira, e este por sua queria muito a pipa para ser adorado por seu pai.
Outra coisa: O pai de Amir era um ateu convicto que ia contra todos os preceitos religiosos de seu País. Nem ir à mesquita ele ia, nem ensinou o filho a rezar, enfim, nada. Por isso ele fumava, usava Mustang, etc. Porque ele ia contra o sistema.
Por essas e outras considero que o filme foi muito superficial e não houve como quem não leu o livro entender a nuance de inúmeros sentimentos que os personagens sentiram, e também as atitudes dos mesmos. Daí surgirem opiniões como a sua…
natalia
janeiro 5th, 2009 at 16:20
eu achei certo a critica apezar de
ainda nao ter visto o filme
eu estoua abndo de ler um livro
mas se for do jeito que o site fala
axo que foi uma semana quase invão….
mas eu tenho que dizer que por
uma parte acho sim que ele mereceu
o best-seller….
eu tive muitas sugestoes p/ ler o
livro mas em alguns pontos de
vista do autor eu discordo plenamente …..
como por exemplo :
o menino se culpando por ver
o amigo ser estrupado e nao ter
feito nada “pow” é so uma criança
qria que ele ficeze o que?
então é isso que eu teno p/ dizer
bjim natalia andrade
Mayra
janeiro 6th, 2009 at 12:43
Não é assustador muitas pessoas gostarem, é sucesso. [2]
Filme: “O caçador de Pipas”
janeiro 8th, 2009 at 10:17
[...] Filme e livro: O Caçador de Pipas – Resenha crítica [...]
tan
janeiro 22nd, 2009 at 12:57
odiei o livro , quanto ao filme … nem vou perder meu tempo
da silva
janeiro 31st, 2009 at 16:28
alguns companheiro que estão criticando esta obra entao meta a cara e esvreva o seu companheiro ok , nao assistir o filme somente o livro muito foi possivel conhecer a sua terra natal com os seus ho
fco alves da silva
MAIRA
fevereiro 12th, 2009 at 12:12
EU AMEI O LIVRO, AINDA Ñ DEU TEMPO DE ASSISTI O FILME
ele nós ensina muitas coisas, pois acabemos sempre nós deparando com varias situações em nossas vidas e ñ fissemos nada.
enquanto um menino se culpar por ter visto o outro ser estrupado, eu ñ acho estranho ele ter se culpado a via toda,
pois qualquer um de nós teria levado a culpa pra sempre, aida mais por q o outro garoto era capaz de fazer qualquer coisa por ele. e eles eram todos crianças.
acho que a maioria das pessoas ja leram
mais quem ainda ñ leu, eu recomeno, pois eu ja li muitos livros na minha vida e esse foi um livro q em algumas partes eu me emocionei de verdade.
parabéns para o autor q continue escrevendo livros q nem esse. :D
jean
março 1st, 2009 at 14:08
esse filme é um lixo
mailson
março 26th, 2009 at 16:28
“livros q libertam”…que ridiculo….
olha só até os “grandes sábios” e os “auto-julgados gênios” precisam d um pouco de entretimento…faz o seguinte se vc é tão gênio…e esperto…faz um desses…
mailson
março 26th, 2009 at 16:31
essa é a resenha critica mais estupida q eu já vi….ridiculo resenhar sobre o q ñ se entede…e ainda se julgar “O-super-foda-que-não-Lê-o-que-todo-mundo-lê”
Andréia costa
março 31st, 2009 at 11:23
ainda não li o livro mais tenho certeza que é um dos melhores pois se o filme ja mexe com nossa imaginação quem dirá o livro
Fernanda
abril 7th, 2009 at 15:17
Caro autor da resenha ,
Me deparei com esse site quando tentava aprofundar meus conhecimentos sobre o filme já que meu colégio o indicou para , até , fazer uma prova . Preciso te dizer que discordo em quase tudo com você , acho que é normal o menino ter um sentimento de culpa pela vida toda já que o Hassan ( garoto que foi violentado ) faria tudo por ele , tinha até a famosa frase : “Por você até mil vezes” . Se assistir realmente ao começo do filme perceberá isso na cena em que os meninos maiores encurralam eles pela primeira vez e o Hassan enfrenta os três apenas com o seu estilingue .
Obviamente é uma história de ficção mas ela se baseia em fatos reais , em fatos históricos que realmente aconteceram e que uma história parecida com as dos dois pode ter acontecido mas , claro , sem essa “glamurização” toda de que os dois eram irmãos e tal .
Esse é superficial dependendo do seu ponto de vista, acho que na questão da amizade dos dois ele foi superficial sim mas deixa bem claro quando o Amir escreve na árvore : ” Amir e Hassan , os sultões de Cabul ”
Em fatos verídicos , não foram nada superficiais , foram amenos para não ter elevada classificação etária . As violências acontecem constantemente , estupro é uma forma de “punir” outros por serem de diferentes etnias . Em alguns lugares chega a ter o cúmulo de cortarem o clitóris das meninas pois acham que quanto maior for , mais prazer ela sente , sendo um pecado assim . Muitas vezes até acontecendo morte por infecção .
Desculpe-me por falar tanta abobrinha e meu português horrível mas eu apenas falei o que acho.
jane ribeiro macedo
abril 9th, 2009 at 15:18
Gostei de sua resenha, mesmo sabendo de estar se referindo ao filme, também recomendo que vc leia o livro. Apesar de achar que vc já o tenha feito. Caso vc tenha lido escreva uma resenha para que eu possa compreender melhor seu ponto de vista. Gosto de resenhas porque sempre aprendo a ver as coisas de outra maneira. E é isso que acho interessante nesses trabalhos
andre
abril 11th, 2009 at 17:46
Vc é um imbecil!O que é feito em um filme baseado em UM LIVRO não é nem de longe o que realmente o autor do livro quer transmitir ao público!Antes de fazer comentários idiotas,lantes de mais nada,leia o livro para,só depois fazer comentários como esses.Talvez tenha maior validade.HÁ,VC É UM IMBECIL!!!!!!!!
Monaliza Rahal Freire
abril 12th, 2009 at 5:56
Essa é uma hitória,que mesmo com o passar dos anos,ficara viva na minha memória.Já contei essa história para meus filhos,e espero conta-la para meus netos.Parabéns,khaled Hosseini!Isso sim é literatura!!!
Hernesto
abril 22nd, 2009 at 9:40
gostei de sua resenha falou tudo o q eu prescisava
whythalow
abril 22nd, 2009 at 9:44
bado de retardado e jumento q le esses resumos de internet ta tudo errado eu li e vi o filme
micaela
abril 24th, 2009 at 5:20
eu achei muito interessante porque falam de dois garotos que compartilhavam um a outro……..
Rebheca Santos
maio 3rd, 2009 at 17:23
Não querendo polemizar mas li o livro e posso dizer que é bom entretenimento mas jamais sera uma grande obra literária. Quando começei a ler achei achei interessante a trama psicologica, principalmente a covardia extrema de Amir contrastando como carater de Hassan. Mas já no inicio do livro a gente percebe algo estranho. Num pais onde a religiosidade parece tão intensa Amir tem um pai discrente que fala mau da religião, que tem constumes americanos ..mas até então é algo que não dá pra se notar tanto , no entanto com o desenrolar da história e da ida de Amir aos EUA chega a ser ridiculo a tendenciosidade extrema a favor dos americanos e já no final a conclusão que Amir irá ficar com Sohab chega a ser óbvia, além daquela cena de luta que pra mim é super fantasiosa e não combina com o inicio do livro eo fato de toda hora o autor esta traduzindo as palavras afegâs do texto me parece o mesmo recurso utilizado na novela Caminho das Índias, o que não me parece uma boa comparação. Alem de ser tb bem clichê o garoto que era a encarnação de hitler aparecer depois como um lider talibã (com isso o livro parece querer dizer: vejam que tipo de pessoas tem no talibã, veja como foi melhor os amaericanos terem invadido o Afeganistão) além de ao mencionar o ataque de 11 de setembro ele não falar do preconceito que a comunidade mulçumana teria sofrido por parte dos americanos e outras tantas passagens em que os personagens afegãos falam mau de seu país e agem como derrotados. Se eu fosse afegã me sentiria traída ao ler esse livro onde parece que o unico lugar feliz e seguro é os EUA. Então o que eu posso dizer é leiam, se divirtam mas por favor leiam com CRITICIDADE e saibam diferenciar diversão de literatura.
Evânia Prince Boeri de Souza
maio 6th, 2009 at 14:41
Eu ainda não assisti o filme, mais eu já li o lvro. Um colega me recomendou, ao ver o título eu fiquei desanimada. Mais ao ler eu me imprecionei, fiquei em muitas partes da leitura chocada, por exemplo, quando Hassan morreu, aquilo fez meus olhos se encherem de lágrimas, quando o filho de Hassan tentou se matar também.
Mas issso é que fez para mim ser um dos melhores romances que já li
gabriela alves correia e karla aparecida fulgencio
maio 8th, 2009 at 6:20
eu gostei do filme, pois ele relata cenas de um cotidiano de hoje, e como é que amigos se relacionam . Sendo que algumas vezes pode ate ser uma amizade verdadeira mas tendo um pouco de medo para expressar essa amizade de uma forma legal para nao prejudicar o outro.
lumaion de morais mendonça
maio 8th, 2009 at 6:23
Eu não gostei,porque naquele momento que rasã, foi estrupado por um menino , amir não fez nada por que ele estava precisando de ajuda do amigo que gostava dele. E mais eu gostei das cenas das pipas e do geito que eles sontam elas muito engraçado.
sidney luiz soares
maio 14th, 2009 at 16:39
eu odie filme eo livro e um lixo
sidney luiz soares
maio 14th, 2009 at 16:40
eu odie filme eo livro e um lixo e a resenha e uma menta
mayara alessandra
maio 14th, 2009 at 18:47
adorei esse filme e agora vamos fazer um trabalho sobre ele é um filme na qual teremos ki explicar o valor da amizade
luisa
maio 21st, 2009 at 10:35
poderia dar exemplos de resenhas mais pequenos para trabalhos escolares ,inclusive é o meu caso, e esta muito difícil de se achar uma resenha interessante e que caiba numa folha de caderno para fazer a tarefa.
Ale
maio 23rd, 2009 at 5:28
Meu Deus…rs…”resenhas mais pequenos” que caiba numa folha de caderno….
Bem , assisti ao filme e adorei.Não li o livro ainda e não tenho nenhuma expectativa de que o filme seja melhor porque, na minha opinião, isso dificilmente acontece. Quanto À sua crítica a respeito do filme e do livro , não concordo com sua citação de ter receio de LÊ-lo pois “todos gostam” e que por isso provavelmente este não seja tão bom, já que a maioria prefere a leitura de pastiche. Seria rotular a maioria das pessoas de…vocÊ concorda ? Veja, levei um grupo de adolescentes para assistir ao filme ( apesar do receio , pois mesmo tendo ali um “dedo” ( ou a mão) da indústria americana, contava uma realidade que está muito distante deles.Sem contar que, seus interesses estão aquém de revoluções que aconteceram do outro lado do mundo). Fiquei absolutamente surpresa…eles amaram, houve um grande interesse em conhecer mais a cultura desse povo,e também em ler o livro o que , para mim , é uma vitória. Eles se identificaram com os sentimentos que existem , levam o filme adiante e que são universais : amizade, respeito,culpa,amor. As pessoas podem surpreender de muitas maneiras.Por isso não classifico ninguém de nada.Pelo contrário…Vou procurar pelo livro pois fiquei muito curiosa tanto pelo que vocÊ disse quanto pelo filme. Não sou uma leitora pastiche, mas creio que ler sobre tudo e todos , mesmo que fiquemos receosos, nos abre a percepção em muitos aspectos, tanto humanos quanto de situação. Nunca o tempo é perdido. Parabéns pela sua opinião. Foi muito valorosa para mim e com certeza para outras pessoas.
vitor caetano
junho 26th, 2009 at 10:41
o livro e muito bom pois fala de uma verdadeira hitoria de amor,recomendo a todos nao vao se desepsionar.
aline
julho 25th, 2009 at 7:15
posso falar que foi uma esperiência muito grande que tive ao assistir o filme e o que mais mim chamou atenção era a amizade verdadeira se Hassan com Amir algo que hoje é tao dificil de existir.
Eliane
agosto 10th, 2009 at 20:49
Eu li o livro e assisti ao filme, e realmente achei meio melodramático. Agora confesso que tentei realmente ler todos os comentários aqui mencionados, mas foi realmente muito difícil, os erros de português me deixou de cabelo em pé! Não sou nenhuma expert em gramática, principalmente no que diz respeito ao uso da vírgula, entretanto não se saber como se escreve a palavra experiência, decepcionar e resenha é duro de acreditar!!!
Stephesson.Robson
agosto 18th, 2009 at 5:36
Saudações.
Isis Santana
agosto 19th, 2009 at 16:08
Não lí o livro, mas ao assistir o filme não entendi pq tornou-se best-seller. Fui obrigada a perder 2h do meu dia, uma vez que foi passado pelo professor em sala de aula.
O filme é marcado por PÉSSIMAS atuações e sem dúvida não merece todo esse sucesso.
michael_cohen
outubro 19th, 2009 at 16:23
Volta pro colegial pra aprender a fazer uma resenha meu amigo…
almenos leia a obra antes de criticá-la!!!
Giloka
outubro 20th, 2009 at 4:56
“Almenos” aprenda a escrever, meu amigo! Antes de criticar outra pessoa!
talyta
outubro 25th, 2009 at 10:43
qem é o autor desta crítica por favor….
luiza
novembro 6th, 2009 at 3:54
eu acho que voce foi extremamente grosseiro, sendo que nem mesmo leu o livro.
Nielma Ferreira
novembro 11th, 2009 at 14:14
Eu adorei o Filme, pois ela enfatiza vários pontos importantes..
Como por exemplo da pedofilia, e da fidelidade..
A parte que eu mais gostei, foi quando o pai do Amir se levantou no caminhão e falou que não deixaria o soldado abusar da mulher, alí o diretor mostrou uma questão de honra, e de exemplo para muitas pessoas , e também a questão do arrependimento, quando Amir se arrepende, mesmo depois de tantos anos, mas mesmo assim ele se arrependeu, então nos deixa essa lição:
- Independente do tempo, ou da distância, NUNCA é tarde para se arrepender e perdoar!
Bom.. é isso!
Gessica
novembro 22nd, 2009 at 8:00
Ainda não li o livro só assistir o filme mais pode ter certeza que o proximo livro que eu vou ler sera o caçador de pipas é muito muito bom…
Lucas
novembro 22nd, 2009 at 9:48
Preciso fazer um trabalho de escola e essa resenha, esclareceu minhas ideias. Parabéns
rosania
dezembro 1st, 2009 at 10:25
vcs leitores se criticaram, o livro ou filme isso que dizer que pelo menos pararam para observar ambos, isso é muito bom , porque pelas estartitícas do brasil, os individuos não tem costume de ler…. se comoveram é pq mexeram com seu proprio universo…………………………..
aninha
dezembro 9th, 2009 at 10:53
li o livro e vi o filme umas 40
vezes e me emociono sempre
com essa história de amizade
e é muito bom…
camila
dezembro 13th, 2009 at 10:19
adorei o filme..AINDA nao li o livro,mas vou ler!!!!
rosane
março 9th, 2010 at 13:54
esse cara é um fanfarão,um otario que nada sabe da vida! se diz o sabidão mais nada é. o filme é maravilhoso. nao entendo como um ser desse nivel que nem assistiu o filme pode falar tanta merda! ¨o mundo necessita de pessoas intelectuais,inteligentes e que mantem o habito da leitura, nao pessoas buras e ignorante,e alem de tudo critica¨
wallace
março 20th, 2010 at 8:48
Estou lendo o livro nesse momento e gostei muito, não assistir ainda o filme… só quero assistir depois q ler o livro,dai se eu decepsionar ja acabei de ler o filme mesmo.
e esse escritor q fez essa resenha devia ler primeiro o livro pra depois sair falando mal da história, q por sinal eu to gostando muito!
Isabelle
abril 26th, 2010 at 17:50
Eu li o livro e gostei muiiiito, mas já o filme é uma perca de tempo total, e concordo qe seja um romance fantasioso, mas é bom =)
regiane
maio 24th, 2010 at 16:39
o filme conta a historia de uma familia rica que tem uns empregados ,acriança filha do empregado é o melhor amigo do filho do patrão que ele é muito medroso e deixa seu melhor amigo ser estrupado e ñ faz naada….
Cristiane B
agosto 15th, 2010 at 18:06
Tipo, você falou que é ingenuidade o menino não querer perder a pipa.. mas você tem que ver além disso, e o que tem além disso, era o sentimento de Hassan por Amir, ele não queria perder a pipa pros garotos lá da ganguezinha porque queria dá-la pro seu melhor amigo. sim claro, foi exagerado não ter dado, mas ele tinha um sentimento forte pelo amigo.