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	<title>Comentários sobre: Não foi Nietzsche que matou, mas Deus está morto!</title>
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	<description>Pensamentos, Existencialismo, Trágico, Absurdo, Música, etc.</description>
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		<title>Por: fernando</title>
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		<dc:creator>fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 14:04:32 +0000</pubDate>
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		<description>Ateus, seres superiores, tudo que existe é obra do acaso, a origem da primeira gota d&#039;agua, Ateus seres que explicam tudo da maneira que voz convem.</description>
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		<title>Por: ELINA MARA</title>
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		<dc:creator>ELINA MARA</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:17:58 +0000</pubDate>
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		<description>EU FICO MUITO FELIZ QUANDO LEIO ALGO QUE SEJA  APROVEITAVEL&lt;br&gt;ESSE FILOSOFO É O MELHOR Q JA EXISTIU...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>EU FICO MUITO FELIZ QUANDO LEIO ALGO QUE SEJA  APROVEITAVEL<br />ESSE FILOSOFO É O MELHOR Q JA EXISTIU&#8230;</p>
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		<title>Por: Cleyton Oliveira</title>
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		<dc:creator>Cleyton Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 16:08:10 +0000</pubDate>
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		<description>A oração ao Deus desconhecido

Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.
A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, tua voz me pudesse chamar.
Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: “Ao Deus desconhecido.”
Teu, sou eu, embora até o presente tenha me assoiado aos sacrílegos.
Teu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servir-Te.
Eu quero Te conhercer, desconhecido.
Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
Tu, o imcompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti.

(F. Nietzsche)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A oração ao Deus desconhecido</p>
<p>Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.<br />
A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, tua voz me pudesse chamar.<br />
Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: “Ao Deus desconhecido.”<br />
Teu, sou eu, embora até o presente tenha me assoiado aos sacrílegos.<br />
Teu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.<br />
Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servir-Te.<br />
Eu quero Te conhercer, desconhecido.<br />
Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.<br />
Tu, o imcompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti.</p>
<p>(F. Nietzsche)</p>
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		<title>Por: Cleyton Oliveira</title>
		<link>http://www.eternoretorno.com/2008/08/16/nao-foi-nietzsche-que-matou-mas-deus-esta-morto/comment-page-2/#comment-52893</link>
		<dc:creator>Cleyton Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:09:08 +0000</pubDate>
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		<description>A oração ao Deus desconhecido

    Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.
    A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, tua voz me pudesse chamar.
   Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: &quot;Ao Deus desconhecido.&quot;
   Teu, sou eu, embora até o presente tenha me assoiado aos sacrílegos.
   Teu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
   Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servir-Te.
   Eu quero Te conhercer, desconhecido.
   Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
   Tu, o imcompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti.

                                                                   (F. Nietzsche)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A oração ao Deus desconhecido</p>
<p>    Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para a frente, uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.<br />
    A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em cada momento, tua voz me pudesse chamar.<br />
   Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: &#8220;Ao Deus desconhecido.&#8221;<br />
   Teu, sou eu, embora até o presente tenha me assoiado aos sacrílegos.<br />
   Teu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.<br />
   Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servir-Te.<br />
   Eu quero Te conhercer, desconhecido.<br />
   Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.<br />
   Tu, o imcompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer, quero servir só a Ti.</p>
<p>                                                                   (F. Nietzsche)</p>
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		<title>Por: Márcio</title>
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		<dc:creator>Márcio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 18:55:13 +0000</pubDate>
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		<description>Observando a vida, podemos dizer que o ser humano é um dos mais tardios em desmame. Ou seja parecemos ser as criaturas que demandam maior tempo para adquirir autonomia. Pode ser visto inclusive no corportamento de  nossos contemporâneos e ultimos selvagens os  indígenas.  Onde as mães carregam os filhos pela vida a fora. Depois todos os ritos e o acompanhamento dos adultos. Porque menciono isto?

A filosofia de Nietzsche, segundo me parece, esquece que o homem é um ser de relações. Parece ser útil apenas nas considerações do medo psicológico incutido pelas religiões.  Ora um filósofo machista, apesar de não sabermos que ele tenha agredido nenhuma mulher, parece que nosso amigo não se deu bem com as mulheres, e escrever foi sua atitude durante a vida, nem por isso deixa de ser machista. “Eu que escrevo tão bons livros”.

“Nada é verdade, tudo é permitido”. Esta frase de nosso poeta/filosofo, bota fim a toda e qualquer discussão, pois nada sendo verdade, a  própria frase “Nada é verdade, tudo é permitido”, é falsa.

Todos nós fomos crianças, necessitamos de cuidados, fomos jovens e nos sentimos fortes (psicológica ou fisicamente, tanto faz),  e seremos velhos e fracos, necessitaremos de cuidados e respeito, proteção social e etc. Assim convém lermos Nietzsche, com a visão da vida como ela é, não para além do bem e do mal, não demasidamente humana, apenas de forma humana, aquela que transcende os instintos, e possibilita a vida ao mais fraco,  independente das considerações de Nietzsche sobre o que é bom ou ruim. 

Não posso negar que o Zaratrusta é uma leitura poética. Mas penso que qualquer consideração sobre filosofia, deve partir da verdade que a vida humana é um estado de relações. Não existe vida humana sem relações. Ao contrário de Nietzsche, acho que existe verdade, e esta é uma delas. A vida é um estado de relações, e como diria Kant, faz parte da inteligência humana, adotar para si, condutas que possibilitam a vida de relações. E a verdade não é algo fixo, mas que se movimenta no estado de relações da vida humana.  Então é necessária muita observação atenta para descobrir a verdade de momento em momento, porque ela é algo vivo. Não é algo que possa ser definido por um filósofo, independente de quão admirada for sua obra. Não fossem a existência de regras e atitudes educadas, não haveria a possibilidade de conversarmos num fórum como este por exemplo.  

Quanto ao eterno retorno proposto pelo nosso filósofo, eu diria que o que existe é uma eterna mudança, e amanhã, ou no instante seguinte, já não somos mais.

Atenciosamente,

Márcio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Observando a vida, podemos dizer que o ser humano é um dos mais tardios em desmame. Ou seja parecemos ser as criaturas que demandam maior tempo para adquirir autonomia. Pode ser visto inclusive no corportamento de  nossos contemporâneos e ultimos selvagens os  indígenas.  Onde as mães carregam os filhos pela vida a fora. Depois todos os ritos e o acompanhamento dos adultos. Porque menciono isto?</p>
<p>A filosofia de Nietzsche, segundo me parece, esquece que o homem é um ser de relações. Parece ser útil apenas nas considerações do medo psicológico incutido pelas religiões.  Ora um filósofo machista, apesar de não sabermos que ele tenha agredido nenhuma mulher, parece que nosso amigo não se deu bem com as mulheres, e escrever foi sua atitude durante a vida, nem por isso deixa de ser machista. “Eu que escrevo tão bons livros”.</p>
<p>“Nada é verdade, tudo é permitido”. Esta frase de nosso poeta/filosofo, bota fim a toda e qualquer discussão, pois nada sendo verdade, a  própria frase “Nada é verdade, tudo é permitido”, é falsa.</p>
<p>Todos nós fomos crianças, necessitamos de cuidados, fomos jovens e nos sentimos fortes (psicológica ou fisicamente, tanto faz),  e seremos velhos e fracos, necessitaremos de cuidados e respeito, proteção social e etc. Assim convém lermos Nietzsche, com a visão da vida como ela é, não para além do bem e do mal, não demasidamente humana, apenas de forma humana, aquela que transcende os instintos, e possibilita a vida ao mais fraco,  independente das considerações de Nietzsche sobre o que é bom ou ruim. </p>
<p>Não posso negar que o Zaratrusta é uma leitura poética. Mas penso que qualquer consideração sobre filosofia, deve partir da verdade que a vida humana é um estado de relações. Não existe vida humana sem relações. Ao contrário de Nietzsche, acho que existe verdade, e esta é uma delas. A vida é um estado de relações, e como diria Kant, faz parte da inteligência humana, adotar para si, condutas que possibilitam a vida de relações. E a verdade não é algo fixo, mas que se movimenta no estado de relações da vida humana.  Então é necessária muita observação atenta para descobrir a verdade de momento em momento, porque ela é algo vivo. Não é algo que possa ser definido por um filósofo, independente de quão admirada for sua obra. Não fossem a existência de regras e atitudes educadas, não haveria a possibilidade de conversarmos num fórum como este por exemplo.  </p>
<p>Quanto ao eterno retorno proposto pelo nosso filósofo, eu diria que o que existe é uma eterna mudança, e amanhã, ou no instante seguinte, já não somos mais.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Márcio</p>
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