Abaixo, compartilho com os interessados, uma monografia feita para conclusão do curso de Ética Profissional, ministrada dentro do curso de Psicologia da UNESP. O tema é o próprio título desse post, isto é, a vida enquanto obra de arte, mostrando uma possível convergência com a ética despontada na filosofia de Nietzsche, sobretudo em consonância com a arte a partir do ponto de vista do filósofo. Nesse sentido, a existência se revela pautada em um pensamento estético-existencial, onde a vida é concebida como uma arte feita e vivida pelo próprio autor, dentro das possibilidades existentes. A ética surge, no mundo tomado como aparência, justamente quando não se fala de ética.

Certamente que a linguagem está dentro dos parâmetros exigidos nos meios acadêmicos, embora eu tentei, em várias vezes, usar da própria linguagem artística de Nietzsche para “quebrar” um pouco a monotomia da linguagem metodológica: tentei tornar a leitura agradável. Não que eu goste dessa estrutura, dessa linguagem pré-fabricada e moldada em normatividades, entre tantas outras críticas que poderiam ser feitas num terreno onde uma grande parte do público corre atrás de títulos e números, em bancas e artigos científicos que lhes rendam posições numéricas – e que tem também os seus pontos agradáveis. Porém, não é o objetivo desse post discorrer sobre esse assunto; apenas fica aqui como uma ressalva ao leitor: o tema acima foi abordado dentro dos moldes de uma monografia acadêmica.

A vida como obra de arte (PDF) >>

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