Os comunistas, pelo menos aqueles países que hoje são nominalmente comunistas, não praticam o que pregam. Mesmo assim, teoricamente, são sociedades de comportamento controlado. Mas, como eu disse referindo-me a outro tipo, oposto, de sociedade, a capitalista, a existência de controles não significa grande coisa. Todas as sociedades têm controles: a questão consiste, repito, em usar esses controles em nosso benefício. (Skinner, B. F., Ciência e Comportamento Humano)

E adivinha quem, para Skinner, deveria ser, por excelência, aquele capaz de gerir contingências favoráveis à “sobrevivência da cultura”? ;)

Controle do comportamento: esse termo me dá calafrios só de pronunciá-lo! Mas convenhamos, quão seguro e confortável é pensar em controlar os comportamentos em detrimento do caos, do absurdo, do inaudito, do indivízel ou do jogo de forças casuais como dizia Nietzsche? Ainda bem que a Arte está aí, a provar da impossibilidade de uma possível logística em comportamentos.

Imagine a civilização dentro do paradigma abaixo: Walden Two!

caixa-de-skinner

O exposto acima não condiz com o título. Faltou dizer em páginas e mais páginas que o controle do comportamento pode ser utilizado para favorecer e beneficiar o homem e sua cultura: o que certamente é o defendido pela perspectiva comportamental de Skinner – que por demais não é a minha.

… o velho e “eterno” sonho do homem de sentir-se seguro vivendo sobre um mundo organizado e “controlado”.

Esses links são para compartilhar o conteúdo em redes sociais ou por email.
  • Rec6
  • Ueba
  • Dihitt
  • DoMelhor
  • LinkTo
  • LinkLoko
  • TwitThis
  • E-mail this story to a friend!