O mercado não interessa se você vai ou não pegar a “gripe suína”, mas se interessa sim se você vai deixar ou não de consumir a carne suína. Os números de consumo da carne suína e seus derivados despencaram retratando a histeria na mídia. Isso preocupa os produtores, de tal forma que, no meio a tantas maquiagens que circulam num jogo de interesses que envolve Estado, produtores e mídia, as contradições invadem os lares pelo mundo.

De um lado, infernizam os populares que a “gripe suína” não se pega através do consumo da carne suína, de outro, o holocausto contra os suínos que não tem nada a ver com a podridão dos seres que andam sobre duas patas, já começou: mais de 300 mil animais, só para citar os números exibidos em um jornal televisivo qualquer.

A OMS está sendo pressionada para modificar o termo “gripe suína”, que retrata o atual e mais profundo medo de morrer dos homens, para qualquer outro que não leve os populares a associar algo como uma “gripe adquirida através dos porcos”.

Assim, faço deixo aqui meus sinceros sentimentos de consideração pelos suínos diante de todo esse chiqueiro humano; aumentando ainda mais a minha fé no Meteoro que vai colocar toda essa sujeira indizível a que estamos enredados ao esquecimento, para quem sabe do ventre da Terra a Vida possa res-surgir e viver com toda sua potência sem ser incomoda por nós, civilização ou câncer pensante.

porco-mamando
Lembra dos seus filhos se amamentando? Que diferença há!

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