Um dos países com uma ideologia perversa que sustenta miseráveis e príncipes é a Índia. Mas não a Índia que a Globo mostra, mas a montada e sustentada por uma corja de deuses insanos institucionalizados por espertalhões que abdicam da construção de redes de esgoto pois há sempre um subalterno a recolher suas imundícies.

Uma descrição a cultura religiosa da Índia? Imundície, nada mais, nada menos, como costuma ser as religiões impostas a ferro e fogo. Aos críticos que ainda conseguem ver a Índia como um país de paz e riqueza espiritual, imagem muito bem passada pela Globo, considero aqui a importância da espiritualidade ao homem singular, mas não o ritual de sadismo proposto pelos truões que mandam na Índia e sustentam um atraso secular de uma sociedade organizada em castas tendo como sustentáculo o lixo divino de Brahma, Vishnu e Shiva.

Certamente que a Globo – e o mundo – tem um olho gordo no mercado consumidor indiano, mas esse se restringe aos brâmanes que nasceram no seio sujo do Vedismo.

Cultuar a tão difundida idéia de paz espiritual advinda da “morada” sagrada dos deuses hindus é algo como usar o terço para rezar no próprio inferno: um muito obrigado a Brahma por organizar a sociedade dos brâmanes aos párias (intocáveis) – ou literalmente os catadores de merda.

Capítulo não mostrado da novela Caminho das Índias:

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