A espiritualidade e a fé do homem singular permitem a invenção de sentido(s) à vida. O significado de se sentir invadido por sentimentos de infinito prazer diante de uma noite estrelada, de um jardim multicolorido ou uma simples roseira, diante daquele abraço esperado ou daquele nosso “segredo” que todas as teorias nunca nos convenceram e nem a aceitamos, diante da origem e do fim, do infinito e do absurdo, só ao homem pertence. A “religião” ao homem singular pertence. Mas quando a religião dá lugar ao clamor das massas, estamos falando de demência institucionalizada.

Não se pode tomar Jesus Cristo por demente, mas o cristianismo inteiro é uma demência.

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