De que adianta o corpo estar liberto para o consumo se o espírito está preso aos ideais? E mais do que preso está encarcerado em paredes que emanam ressentimento!  De que adianta dizer que a estética “hoje em dia” é mais valorizada que os valores? – Antes assim o fosse: a vida tal como ela se aparece sem nunca se fixar! Mas o que é valorizado é um ideal estético. Não é o corpo que é valorizado e cuidado para uma experiência mais positiva dos afetos, mas é um ideal de corpo que se corre atrás para aí então buscar e re-manufaturar o corpo diante do que se pede.

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