Diz o “linguista” usando uma analogia para tentar mostrar como se deve usar a língua portuguesa:

Ninguém vai à praia de terno e gravata, e ninguém vai a um casamento de chinelo. Com a linguagem acontece a mesma coisa.

Ainda assim, é de se perguntar: e daí? Nada, absolutamente nada, fundamenta o certo ou o errado, e até mesmo o menos ou o mais adequado se alguém resolver ir à praia de terno e gravata ou ir a um casamento de chinelo: por mais estranho que possa parecer às convenções humanas, demasiadamente humanas.

A linguagem precisa ser superada a cada instante, por mais que ainda estamos sujeitos à gramática, o movimento deve ser o de superá-la, de ir além da gramática e não o de vesti-la com todas as orientações.

Uma linguagem que tenha mais vida e menos lógica, que tenha mais fisiologia e menos razão, uma linguagem que seja mais sentimental e carnal do que abstrações lógico-lineares… como? Não sei, mas a gramática precisa ser superada e quebrada, ainda que seja por ela mesma essa luta não deve parar.

Objeção à gramática, ela é caduca dela mesma!

Esses links são para compartilhar o conteúdo em redes sociais ou por email.
  • Rec6
  • Ueba
  • Dihitt
  • DoMelhor
  • LinkTo
  • LinkLoko
  • TwitThis
  • E-mail this story to a friend!