Vai. Levanta a bunda da cadeira e vai distribuir rosas aos doentes no hospital, vai lá e diga um bom dia verdadeiro para o gari da sua cidade, vai lá e ilumine o ambiente com um sorriso que mostra a alma, vai, racha sua personalidade e enlouqueça as identidades, liberte as glossolalias dos códigos de linguagem, esquadrinhe sua subjetividade e libere os fluxos… se quer ser revolucionário vai lá e faz a verdadeira revolução.

Produção acadêmica não torna ninguém revolucionário, não produz nenhuma revolução, no máximo pode criar revoluções para populações inteiras de traças e ácaros de bibliotecas.