DISQUS e Intense Debate ainda despreparados

Desativei o sistema de comentários pelo DISQUS. Após receber algumas reclamações em caixa postal de que só podia comentar quem fosse registrado. Acontece que o DISQUS exibe uma mensagem chata perguntando ao leitor se ele quer se registrar ou postar como “visitante”, no caso é só escolher a segunda opção, sendo que os registros não pertencem a este blog mas sim à rede do DISQUS.

Relembrando, a minha ideia de implementar esse recurso era somente pela divisão em número configurável de comentários, no caso, de 20 em 20; isso facilita o carregamento das páginas que possuem muitos comentários. O próprio WordPress a partir da versão 2.7 oferece esse recurso, porém, minha limitada compreensão sobre programação php não foi capaz de fazer os ajustes necessários a este tema para que funcionasse.

Por certo irei fazer uma mudança de tema, mas isso quando estiver com possibilidade de gozar um tempo de ociosidade. A ociosidade é uma benção!

Ainda, alguns leitores me indicaram o Intense Debate, outro sistema de comentários na mesma lógica do DISQUS, porém, embora não emita o aviso para registrar ou não em sua rede, depende de um java script que acaba tornando o carregamento das páginas mais lento. E isso pesa, principalmente no Brasil que não possui uma conexão de internet de alta velocidade com ampla abrangência, além do servidor deste blog que não goza de bons recursos como se possui em servidores dedicados. 

Outra questão que pesou é que o número de comentários diminuiu consideravelmente após a implementação do DISQUS, o que reflete, penso, a dificuldade que o leitor encontrou, visto que esse blog não se destaca por ter como público maior aqueles que estão mais informados sobre o mundo da Web 2.0: ou mais precisamente não tanta dificuldade, mas possivelmente uma confusão diante do aviso que o sistema emite antes de publicar o comentário que pode levar o leitor a pensar que é necessário criar algum registro – e isso é desagradável!

Por outro lado, esses recursos que giram em torno das redes de relacionamento ou sociedade virtual, embora proliferem como pragas e cai no agrado público facilmente, entre outras dimensões que careçam de análise, acaba tornando homens e mulheres que “vivem” na internet como mercadorias de troca com suas devidas pontuações e elementos valorativos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *