Arquivos da categoria: Animais e Natureza

Assuntos relacionados aos outros seres vivos, à adorável Natureza. O homem não é o mais importante.

Racionalistas não são confiáveis para falar da relação homem-animal

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O que é o homem, e que diferença existe entre ele e as plantas e todos os animais da terra? – Sade

Um texto vem me chamando atenção a respeito do caso do “Instituto Royal” deflagrado recentemente pelo uso de animais em experiências. Publicado no “O Globo”, intitulado “Os ‘zooxiitas’ e a polêmica do uso de animais em experiências”, é um texto que foi encaminhado por um leitor, Octávio Menezes de Lima Junior da área da Biologia Celular e Molecular.

O autor aponta seu desapontamento com a situação. Eu também fico desapontado, mas primeiramente com pensamentos como o dele. Percebo que as críticas que os chamados “defensores dos animais” recebem são um prolongamento de um mesmo que se repete em situações similares. Dentro de uma inescrupulosa lógica binária para argumentar, essas críticas são tecidas com opiniões que vão do jocoso aos pensamentos amparados pelos pilares da ciência moderna, entre eles, o mais notável, o apelo à razão em tons platônicos, socráticos e kantianos. Inabalável razão movida pela geometria da linguagem!

A meu ver o autor do texto não saiu da lógica binária, apesar de ter feitos ressalvas, no começo, que me fizeram acreditar que, enfim, estaria diante de algo sem o egocentrismo característico de bicho-homem. Enganei-me. Explorou, pelo outro extremo, os mesmos pensamentos que já conhecemos em situações similares onde maus tratos contra os animais desembocam na mídia, usando argumentos jocosos e extremistas. Aliás, já começando por aqui: qualquer temática que ganhar fôlego na mídia vai atrair todo tipo de gente, o que seria muito precipitado pegar a opinião-midiática e colocar todos nesse mesmo pacote, a saber, a limitada argumentação de que os defensores dos animais agem porque são comovidos pela “fofurinha” dos animais.
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Sobre ataques de tubarões

“Gostaria de declarar minha gigante indignação com comentários recentes da mídia e também de algumas pessoas que tenho conversado referente aos ataques de tubarões em humanos nos últimos tempos. Segundo elas os “monstros marinhos” como são chamados não tem piedade e fazem turistas terem pesadelos com seus horríveis e aterrorizantes ataques.

Primeiro; as pessoas atacadas estavam em locais com identificação sobre o risco. Segundo; no Recife ocorrem ataques constantemente, agora por que diabos você vai querer entrar na água? Terceiro; o mar não nos pertence, essa é a casa deles e devemos no mínimo respeitar. Quarto e mais importante; os tubarões não atacam pessoas porque são monstros maldosos ou assassinos, eles estão com fome, e se estão com fome é porque não tem comida e se não tem comida tem alguma coisa errada. Vale lembrar também que foi construído um enorme porto no Sul do Recife, as embarcações jogam restos de peixes e animais marinhos no mar formando um grande rastro de sangue, com isso eles acabam seguindo as embarcações e se aproximando da costa. Ah! vale lembrar também da destruição dos mangues nas proximidades do porto, onde as fêmeas iam parir os filhotes, agora elas não tem onde fazer isso então seguem para costa.

Engraçado, parece que o grande monstro da história não são eles.

Respeite a vida marinha.
Respeite para ser respeitado!

Por: Beatriz Frada”

Um pequeno gesto de respeito aos animais

A tragédia sempre está a nos surpreender. Apesar do “pequeno fascismo” diário a esmagar potencialidades de vida, há belas cenas por aí a deixar qualquer amante da vida órfão do verbo por instantes. Um pequeno gesto de respeito e amor pelos animais… pequenos gestos! E são neles que residem as forças revolucionárias!

… apesar de tudo

Foto: Eugenio Moraes | Jornal Hoje em Dia

Aos japoneses que matam golfinhos

Aos japoneses que matam golfinhos em série…

Caros senhores delinquentes, produtos da mais alta imundície de bípedes com capacidade de produzirem pensamentos, vocês não têm moral para se indignarem com as crescentes denúncias, seja do ocidente ou do próprio oriente: inclusive japoneses, pois sim, nem todos são matadores de golfinhos!

Tradição cultural? Oferenda? Costume secular? Ritual religioso? Hábito alimentar? – Vão para o diabo com todas essas parlendas. Encurralar centenas de golfinhos para caminharem em direção a câmaras de esquartejamento em série que flutuam sobre as águas do oceano é produto de mamíferos com tradição e bagagem culturais da mais nobre covardia!