Pensamentos, Existencialismo, Anarquismos, Trágico, Absurdo, Música, etc.
O evangelho segundo Jesus Cristo de José Saramago
31out2008 Categoria(s): Literatura Autor: adv
Toda apresentação de alguém a partir do nosso pensamento não se faz sem injustiças. Nesse sentido, apontarei alguns trechos do romance de ficção do escritor português José Saramago, “O evangelho segundo Jesus Cristo, que certamente eu não conseguiria dar uma devida apresentação sem cometer injustiças. Não há nada melhor que conhecer um autor pela sua própria obra, e mesmo assim não estaremos livres de cometer deturpações do seu pensamento, afinal, tomar conhecimento dos pensamentos de um autor é tomá-los sob o manto dos nossos pensamentos, de tal forma que nunca chegaremos ao sentido do autor senão em devidas proporções de proximidade.
Saramago, tomando a liberdade da criatividade que as palavras nos permitem, escreveu essa belíssima obra de ficção, contudo, parece ser possível darmos contornos de “realidade”, dependendo do ponto de vista do leitor. Em contrapartida, lembremo-nos de que para falar sobre a vida de Jesus, ou do personagem Jesus, perante uma cultura onde o cristianismo enquanto instituição se cristalizou há milênios, como bem sabemos, só é legitimada enquanto discurso reservado aos sacerdotes, em outras palavras, não se fala de Jesus Cristo enquanto “palavra da verdade” senão pela caduquice dos catedráticos da religião.
No meio religioso, vários tomaram a obra de Saramago sob a cegueira da fé, da ordem da Verdade e do sagrado, pariram uma interpretação mutilada e disforme, ou melhor, em forma com a moral cristã. É nesse sentido que parece ser o mais adequado compreendermos como foi a reação do público quando foi lançada a obra. Merece ainda ser tomado de nota, que a reação das massas não merece muito da nossa atenção senão a desconfiança.
Saramago apresenta-nos um Jesus humano como todos os outros, tão humano que nos admiração. Jesus é um homem que em sua época se destoa dos demais pela sua inteligência de questionar, ir além, seja de Deus ou do homem; a própria Maria, mãe de Jesus, não escapa da argúcia do filho, de tal modo que, devido aos conflitos entre eles, Jesus resolve partir sozinho em busca de suas respostas existenciais.
Eis que Deus aparece ao homem Jesus e lhe diz que é seu pai, eis então um Jesus mais repleto de questionamentos: que queres tu de mim? por que tem que ser assim? se tens tanto poder assim, por que queres tanto mal? – Não se surpreenda o leitor se perceber um Deus lacônico, um pai pouco interessado no filho.
Esse é só um ponto de partida de uma obra que tem a capacidade de nos fazer sentir dentro de todo o cenário cultural e social que envolvia a vida de Jesus Cristo, bem como suas dificuldades, seus anseios e suas dores. A riqueza dos detalhes com que Saramago consegue “mostrar” os cenários, os comportamentos, os personagens e toda atmosfera da época, pode fazer o leitor sentir os pregos rasgando as mãos e os calcanhares durante as crucificações. Ou o que sentirá os leitores, nos momentos iniciais da obra, quando Saramago narra os sacrifícios de bois, cordeiros e bezerros no Templo, local de oferenda de sangue ao Deus beberrão? Tanta crueza que Jesus se nega a fazer o que todos faziam.
Para além da ordem sagrada, cega em suas próprias verdades, Saramago nos mostra uma ficção, porém, muito além da ficção bíblica. Em “O evangelho segundo Jesus Cristo”, o homem Jesus Cristo é um personagem comum, por isso sentimo-nos que ali ele é “real”, em suas aventuras e dores pelo mundo de Jerusalém afora, trabalhará para o Diabo, desafiará Deus, tentará convencer a mãe de que aquilo que todos seguem não significa o derradeiro caminho, e o que diremos, dele Jesus, que conhecerá os prazeres da vida com a prostituta Magdala.
Por não ser real, a obra de Saramago torna mais real que a nefasta Bíblia. Abaixo, alguns trechos do livro, mantidos ao estilo de Saramago, deliciem-se:
Jesus durante uma discussão com a mãe que lhe pede para abandonar os pensamentos maus:
“(…) Ó minha mãe, os pensamentos são o que são, sombras que passam, e não são bons nem maus em si mesmos, só as acções é que contam, Louvado seja o Senhor que me deu um filho sábio, a mim que sou uma pobre ignorante, mas sempre te digo que essa não é a ciência de Deus, Também se aprende com o Diabo (…)”
O momento onde Deus, o Diabo e Jesus travam debates, em uma barca perdida, em meio a um nevoeiro de 40 dias é um dos mais belos do livro. Jesus, neste momento, faz uma série de questionamentos a Deus que até então só o tinha avisado que seu nome seria exaltado na Terra a partir da morte de Jesus. O Diabo também participa, pois sabe que o projeto divino é projeto de ambos (Deus e Diabo):
“(…) . Disse Jesus, Estou à espera, De quê, perguntou Deus, como se estivesse distraído, De que me digas quanto de morte e de sofrimento vai custar a tua vitória sobre os outros deuses, com quanto de sofrimento e de morte se pagarão as lutas que, em teu nome e no meu, os homens que em nós vão crer travarão uns contra os outros, Insistes em querer sabê-lo, insisto, Pois bem, edificar-se-á a assembleia de que te falei, mas os caboucos dela, para ficarem bem firmes, haverão de ser cavados na carne, e os seus alicerces compostos de um cimento de renúncias, lágrimas, dores, torturas, de todas as mortes imagináveis hoje e outras que só no futuro serão conhecidas, Finalmente, estás a ser claro e directo, continua, Para começar por quem tu conheces e amas, o pescador Simão, a quem chamarás Pedro, será, como tu, crucificado, mas de cabeça para baixo, crucificado também há-de ser André, numa cruz em forma de X, ao filho de Zebedeu, aquele que se chama Tiago, degolá-lo-ão, E João, e Maria de Magdala, Esses morrerão de sua natural morte, quando se lhes acabarem os dias naturais, mas outros amigos virás a ter, discípulos e apóstolos como os outros, que não escaparão aos suplícios, é o caso de um Filipe, amarrado à cruz e apedrejado até se lhe acabar a vida, um Bartolomeu, que será esfolado vivo, um Tomé, que matarão à lançada, um Mateus, que não me lembro agora de como morrerá, um outro Simão, serrado ao meio, um Judas, a golpes de maça, outro Tiago, lapidado, um Matias, degolado com acha-de-armas, e também Judas de Iscariote, mas desse virás tu a saber melhor do que eu, salvo a morte, por suas próprias mãos enforcado numa figueira, Todos eles vão ter de morrer por causa de ti, perguntou Jesus, Se pões a questão nesses termos, sim, todos morrerão por minha causa, E depois, Depois, meu filho, já to disse, será uma história interminável de ferro e de sangue, de fogo e de cinzas, um mar infinito de sofrimento e de lágrimas (…)”
(…) A Inquisição é uma polícia e é um tribunal, por isso haverá de prender, julgar e condenar como fazem os tribunais e as polícias, Condenará a quê, Ao cárcere, ao degredo, à fogueira, À fogueira, dizes, Sim, vão morrer queimados, no futuro, milhares e milhares e milhares de homens e mulheres, De alguns já me tinhas falado antes, Esses foram lançados à fogueira por crerem em ti, os outros sê-lo-ão por duvidarem, Não é permitido duvidar de mim, Não, Mas nós podemos duvidar de que o Júpiter dos romanos seja deus, O único Deus sou eu, eu sou o Senhor, e tu és o meu Filho, Morrerão milhares, Centenas de milhares, Morrerão centenas de milhares de homens e mulheres, a terra encher-se-á de gritos de dor, de uivos e roncos de agonia, o fumo dos queimados cobrirá o sol, a gordura deles rechinará sobre as brasas, o cheiro agoniará, e tudo isto será por minha culpa, Não por tua culpa, por tua causa, Pai, afasta de mim este cálice, Que tu o bebas é a condição do meu poder e da tua glória, Não quero esta glória, Mas eu quero esse poder. O nevoeiro afastou-se para onde estivera antes, via-se uma pouca de água ao redor do barco, lisa e baça, sem uma ruga de vento ou uma agitação de barbatana passando. Então o Diabo disse, É preciso ser-se Deus para gostar tanto de sangue. (…)”
Jesus, em longa viagem que fazia, feriu-se o pé, na qual parou para pedir ajuda em uma cidadezinha. Conhece então Maria de Magdala, prostituta que cura Jesus, e este “cura” a Magdala, e ambos passarão a caminhar juntos. Porém, Magdala não oferece apenas seus dotes de hospitalidade:
(…) Depois, juntos, Jesus amparado, como fizera antes, ao ombro de Maria, esta prostituta de Magdala que o curou e o vai receber na sua cama, entraram em casa, na penumbra propícia de um quarto fresco e limpo. (…) Adornei a minha cama com cobertas, com colchas bordadas de linho do Egipto, perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo. Maria de Magdala conduziu Jesus até junto do forno, onde o chão era de ladrilhos de tijolo, e ali, recusando o auxílio dele, por suas mãos o despiu e lavou, às vezes tocando-lhe o corpo, aqui e aqui, e aqui, com as pontas dos dedos, beijando-o de leve no peito e nas ancas, de um lado e do outro. Estes roces delicados faziam estremecer Jesus, as unhas da mulher arrepiavam-no quando lhe percorriam a pele, Não tenhas medo, disse Maria de Magdala. Enxugou-o e levou-o pela mão até à cama, Deita-te, eu volto já. Fez correr um pano numa corda, novos rumores de águas se ouviram, depois uma pausa, o ar de repente tornou-se perfumado e Maria de Magdala apareceu, nua. Nu estava também Jesus, como ela o deixara, o rapaz pensou que assim é que devia estar certo, tapar o corpo que ela descobrira teria sido como uma ofensa. Maria parou -ao lado da cama, olhou-o com uma expressão que era, ao mesmo tempo, ardente e suave, e disse, És belo, mas para seres perfeito, tens de abrir os olhos. Hesitando, Jesus abriu-os, imediatamente os fechou, deslumbrado, tornou a abri-los e nesse instante soube o que em verdade queriam dizer aquelas palavras do rei Salomão, As curvas dos teus quadris são como jóias, o teu umbigo é uma taça arredondada, cheia de vinho perfumado, o teu ventre é um monte de trigo cercado de lírios, os teus dois seios são como dois filhinhos gémeos de uma gazela, mas soube-o ainda melhor, e definitivamente, quando Maria se deitou ao lado dele (…) Agora Maria de Magdala ensinara-lhe, Aprende o meu corpo, e repetia, mas doutra maneira, mudando-lhe uma palavra, Aprende o teu corpo, e ele aí o tinha, o seu corpo, tenso, duro, erecto, e sobre ele estava, nua e magnífica, Maria de Magdala, que dizia, Calma, não te preocupes, não te movas, deixa que eu trate de ti, então sentiu que uma parte do seu corpo, essa, se sumira no corpo dela, que um anel de fogo o rodeava, indo e vindo, que um estremecimento o sacudia por dentro, como um peixe agitando-se, e que de súbito se escapava gritando, impossível, não pode ser, os peixes não gritam, ele, sim, era ele quem gritava, ao mesmo tempo que Maria, gemendo, deixava descair o seu corpo sobre o dele, indo beber-lhe da boca o grito, num sôfrego e ansioso beijo que desencadeou no corpo de Jesus um segundo e interminável frémito. (…)
evelise
agosto 25th, 2011 at 11:04
Tomara que esse escritor que se achava tão conhecedor de deus para escrever uma obra tão porca, esteje vendo a grande asneira que é usar o nome de Deus numa história tão nojenta. Por mais que Jesus tenha sido um homem comum como ele descreve, não quer dizer que Ele agia dessa forma como ele retratou no lixo que escreveu. Então podemos dizer que a vida dos padres é uma mentira se Jesus não resistiu aos prazeres da carne imagina os padres que de faixada não se casam para ter uma vida santificada. O que na verdade é não passa de uma mentira eles se pegam uns aos outros, pegam as freiras ,entre outros. Então é tudo mentira o que o catolicismo prega, se Jesus segundo Saramago não resistiu imagina os padres. Saramago espero que esteja dando boas risadas ao lado do diabo, já que para o céu não deve ter ido, já que ele não acreditava.
marco aurélio conçane
agosto 5th, 2011 at 16:43
eu li mo romance e gostei da obra. saramago mostra um jesus humano, bem próximo daquilo que nós conheçemos e sentimos,sobre o qual, me identifico.penso que a igreja manipulou por séculos os escritos,vide nicéia, e me apaixonei pela versao proibida pelos religiosos, aos quais tenho asco. prefiro o paganismo com seus vários deuses, do que a visao judaico-cristã,abomino a religião vigente e abraço os cultos antigos.
m
julho 4th, 2011 at 3:04
Li todos os comentários… E fiquei chocada. Fiquei chocada ao perceber a enorme quantidade de pessoas que, infelizmente, nos dias de hoje, são ainda completamente cegas e apegadas a algo que já deveria estar mais que ultrapassado. A religião.
Foi importante, está claro. Foi um dos factores que possibilitou com que deixássemos de ser caçadores-recolectores e passássemos a ser agricultores, dando inicio há civilização – ou será que também não acreditam na evolução? – Mas todas estas “grandes religiões” actuais, todas elas iniciaram-se como um mero produto da mente humana, para explicar fenómenos que não percebíamos, como a chuva, mas que hoje, felizmente, percebemos, graças à verdadeira “religião”, a ciência.
Como podem dizer que as respostas estão num velho livro – também chamado bíblia – escrito por um amontoado de pessoas há milhares de anos atrás?! Como podem dizer que percebem o universo se nunca leram, sequer, um bom livro de física e pensam, simplesmente, que na origem de tudo está um qualquer homem barbudo. Não diminuem a vida a esse ponto.
Somos poeira estrelar e não somos significantes, nem um bocado, mas dêem valor há vida como ela realmente é, pois não vão encontrar uma igual em todo o cosmos. Há aqui um comentário que diz: “deixe de questionar o porquê da vida”… Pois, é isto que a religião fez, durante tantos e tantos anos. Matou o pensamento humano, perseguindo que ousava sair das suas doutrinas, através da Inquisição.
O interessante é que, mais concretamente o cristianismo, sempre disse às pessoas para amar o próximo, mas é a religião mais violenta de todas! Desde as cruzadas, passando pela Inquisição, a proibição do uso de contraceptivos até chamar os homossexuais de aberrações da natureza. Apenas trouxe infelicidade e conflitos para o mundo! As guerras santas foram das mais violentas que já houveram!
Sim, foi importante, mas já não nos serve para nada, pois temos a Ciência. E ultraja-me que pessoas, cristãs, possam sequer ousar criticar um homem como Saramago, cuja mente esteve mais aberta e receptiva do que qualquer um de vós. Era um génio, e eu admiro-o profundamente, e custa-me ler opiniões tão erradas sobre ele, sob fundamentos também eles tão errados.
rosana
julho 3rd, 2011 at 17:39
Odia que voce se permitir conhecer a JESUS verá como ELE,transfomará sua vida deixe de questionar o por que da vida pois na sua limitada ignorância nunca achará a resposta,mas em CRISTO vc a encontrará.
rosana
julho 3rd, 2011 at 17:31
O que achamos que somos,no entanto nada somos,que nos faz lembrarmos sempre é a morte~.Dê que adianta o homem ter dinheiro ,fama,conhecimento ou achar que é “sábio” se derrepente,isso tudo se acaba .DEUS é DEUS e não precisa provar sua existencia ao homem,pois aprova maior de sua existência somos nós sres humanos,o mundo não é obra do acaso,em tudo que existe no universo tem um único criador que é o DEUS altissímo.Além do mais se você lê-se a bíblia entenderia,como profecias profetizadas a mais de 2000 anos estão se cumprindo agora ,é obra do acaso,não estou lhe escrevendo para te convencer,mas a “sabedoria “do homem é loucura para DEUS,não so as suas filosofias vazia e de muitos outros que aham que sabem alguma coisa sobre a vida,se engana suas filosofias se vão assim como você e a palavra de DEUS se mantém através dos séculos e séculos .Muitos ignorântes assim como você se levantaram contra DEUS eforam todos abatidos,não entendo por que você se intitula como eterno ,eterno no que se você vai morre como todos .Sabe qual é o de todos os ateus é que eles so reconhece que existe um único DEUS,quando estão perto de morrer,somente ai é que veem que perante a morte somos impotentes.DEUS ti ama ,afinal somos todos suas criaturas.PENSE.
André Bandeira
maio 14th, 2011 at 18:35
…durante muito tempo estive pensando sobre “religião” e sua interpretação é muito singular de pessoa pra pessoa. E José Saramago manifesta isso, essa singularidade explícita que causa repulsa para uns e admiradores para outros.
Davi (d)
maio 7th, 2011 at 12:41
Qual a melhor maneira de se aproximar do homem senão fazendo-se homem? Oras, foi o que Deus fez em relação à Jesus: Fez-se homem. Não considero Jesus apenas mais um sábio, pois Moisés também era sábio, assim como Elias, Abraão, Davi, João Batista, Jeremias; no entanto, nenhum destes se auto-intitulou Deus, nem seus seguidores assim o consideravam. Se o carisma e o espírito de liderança fossem requisitos para se criar um deus, porque não consideraram como um deus estes homens abençoados que também eram sábios? Jesus era algo a mais. Era o prórpio Deus ensinando como deve ser o homem! Como disse Leonardo Boff: humano desse jeito, somente sendo divino! Saramago não pecou em mostrar um Jesus humano, pois de fato ele assim o era… mas acredito que era mais do que isso! Abraços e fiquem com Deus
Alberto
abril 21st, 2011 at 8:31
estive a ler os comentários todos e senti mêdo: os cristãos são em sua maioria, gente muito perigosa
ANTONIO MARCOS MENEZES
novembro 18th, 2010 at 11:12
OS UNICOS COMENTÁRIOS CERTO E CONFIAVEIS SOBRE JESUS CRISTO ESTAO RELATADOS NA BÍBLIA E ELA NAO DIZ NADA DAQUILO QUE SARAMAGO FALA EM SUA INFELIZ NARRATIVA QUE LEVA O NOME DE ATÉ PORQUE EVANGELHO SIGNIFICA BOA NOTÍCIA,OQUE NAO EXISTE EM SEU POBRE COMPILAMENTO.
EU TENHO PENA DESSE ESCRITOR E LAMENTO QUE TENHA PARTIDO DESTA VIDA SEM CONHECER O DOM DE DEUS,QUE OFERECEU SEU FILHO COMO PAGAMENTO PARA A RECONCILIAÇAO DO HOMEM COM ELE
OQUE QUE ADIANTA GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A SALVAÇAO DA ALMA…
EU VEJO ISSO NA VIDA DESSE ESCRITOR,DEMONSTROU SER TAO INTELIGENTE AO L0NGO DOS ANOS,MAS POR FIM APARECEU OQUE REALMENTE ESTAVA EM SEU CORAÇAO;A APOSTASIA,ALIAZ UM SINAL DO FIM DOS TEMPOS,E TERMINOU SUA VIDA AQUI DE MANEIRA TRAGICA.
:O SENHOR NAO TERA POR INOCENTE TODO AQUELE QUE TOMAR SEU NOME EM VAO…
SÓ ISSO!
emanuel
novembro 4th, 2010 at 11:38
Eu acredito que jesus era um homem normal digo extremamente humano,muito inteligente,mais seu nome só é conhecido hoje,porque foi interece de muita gente criar esse mito, que se perpetuou até os dias de hoje a custa de muita s guerras e muitas mortes.De outra maneira hoje ninguém falaria de jesus.Hoje em dia as pessoas se acotumaram com a idéia desse deus e por isso ele vai ficando.